Calendário de eventos
| Semana 19 |
| Segunda. 04 Mai, 2026 | |
| 08:30 |
SISTEMA CONSELHOS: O PAPEL DA PSICOLOGIA BRASILEIRACoadunando com a Lei nº 5.766/1971, e em parceria com o Conselho Regional de Psicologia (CRP-10), que cumpre as funções de orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de psicóloga(o), além de zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe, o Curso de Psicologia, do Centro Universitário Fibra, convida a comunidade acadêmica interessada em participar da programação abaixo especificada, a ser realizada como parte da Disciplina “Psicologia: Ciência e Profissão”, ministrada pela Profa. Dra. Laura Nogueira. Atividade voltada aos alunos das Turmas PS01MA (obrigatório) e PS05MA e PS05NA e demais interessados na temática (acadêmicos e profissionais)
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| 11:00 |
Introdução aos Protocolos de Segurança do PacienteProgramação: Participe e fortaleça a segurança no cuidado!
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| Quinta. 07 Mai, 2026 | |
| 08:00 |
III JORNADA DE PSICOLOGIA SOCIAL E LUTA ANTIMANICOMIALOS ATRAVESSAMENTOS DA LUTA ANTIMANICONIAL NA FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA PROGRAMAÇÃO A III Jornada de Psicologia Social e Movimento de Luta Antimanicomial, organizada pelo Curso de Psicologia, do Centro Universitário Fibra, sob o tema central "Os atravessamentos da Luta Antimanicomial na formação em psicologia", configura-se como um espaço essencial para o fortalecimento crítico da formação profissional, ao conectar os futuros psicólogos às bases éticas, políticas e práticas de um movimento que há décadas denuncia a violência do modelo asilar e defende uma atenção psicossocial baseada no respeito à liberdade, à diversidade e à cidadania das pessoas em sofrimento mental. O principal objetivo é promover uma reflexão sobre como os princípios antimanicomiais — como a desinstitucionalização, a intersetorialidade, a autonomia do usuário e o combate ao estigma — atravessam e devem transformar o currículo, as práticas de estágio, as pesquisas e o próprio fazer psicológico, desafiando abordagens reducionistas e medicalizantes. Assim, a jornada não apenas reafirma o compromisso do curso com uma psicologia social comprometida com os direitos humanos, mas também instrumentaliza estudantes e profissionais para atuarem como agentes ativos na construção de uma rede de cuidado territorial, aberta e antimanicolonial. INSCRIÇÃO SOLIDÁRIA: 1kit (escova de dente, creme dental e sabonete – entregue no dia do evento), que será doado à PopRua atendida pela “Casa Rua”.
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| 08:00 |
III JORNADA DE PSICOLOGIA SOCIAL E LUTA ANTIMANICOMIAL - MANHÃABERTURA: 8:30h Coordenador do Curso: Prof. Dr. Guilherme Wady Hora: 9h às 9:45h Palestra 1: Os desafios da prática “psi” em um hospital psiquiátrico Convidado: Rubens Díodoro Ferreira Cardoso. Psicólogo e Psicanalista. Especialista em Saúde Mental (FHCGV/UEPA). Mestrando do Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFPA. Pesquisador do Grupo de Pesquisa “A clínica do sujeito no ambulatório da FHCGV” Hora: 10h às 10:45h Palestra: Experiência de protagonismo de usuários e produção de cuidado em liberdade através da arte e cultura em Marituba-PA Convidado 1: Marcos Vinicius Pena Cardoso. Psicólogo. Ator, membro-idealizador do Coletivo OCA (Ocupações de Cultura e Artes). Possui formação em Redução de Danos e Justiça Social (Mainline School). Atualmente é técnico na equipe multidisciplinar do CAPS AD de Marituba (PA). Convidado 2: Paulo Sérgio Dias. Usuário do CAPS AD, artista-criador do coletivo OCA. Hora: 11h às 11:45h Palestra: Higienismo e a cidade: A população em situação de rua no Ver-o-Peso entre o cuidado e a exclusão na era da COP30 Convidada: Isabella Nogueira Bravim. Acadêmica do 7º período do Curso de Psicologia (FIBRA). Iluminadora e Sonoplasta Cênica. Atualmente integra a Rede Nacional de Observatório de Política, Educação e Cuidado em Saúde e a Rede Nacional de Políticas de Drogas, Comunidades Terapêuticas e Violências Interseccionais.
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| 19:00 |
III JORNADA DE PSICOLOGIA SOCIAL E LUTA ANTIMANICOMIAL - NOITEMESA-REDONDA Hora: 19h às 21h - Necropolítica e interseccionalidade: marcadores de acessos e barreiras à saúde mental para a população em situação de rua, em Belém-PA. - Convidado 1: Guilherme Wady. Psicólogo (UFPA, 2004-2009). Prof. Dr. do Centro Universitário FIBRA. Especialista em Preceptoria em Saúde Mental no SUS (Sírio Libanês, 2023-2024). Técnico do Consultório na Rua (SESMA), desde 2021. Militante da Luta Antimanicomial. Atualmente está como coordenador do Curso de Psicologia da FIBRA. integra a Rede Nacional de Observatório de Política, Educação e Cuidado em Saúde e a Rede Nacional de Políticas de Drogas, Comunidades Terapêuticas e Violências Interseccionais. - Serviço Social e movimento de luta antimanicomial: trajetória de lutas, conquistas e mobilizações para um cuidado em liberdade. Convidada 2: Rosangela Cecim Albim. Assistente Social. Pós-graduação em Saúde Mental e Saúde Pública. Militante da Luta Antimanicomial. Secretaria Executiva da Rede Nacional Internucleos da Luta Antimanicomial / Renila.
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| Sexta. 08 Mai, 2026 | |
| 18:00 |
Cinelex - 12 homens e uma sentença12 homens e uma sentença: um veredito sobre a Justiça e o Direito. Na próxima sexta-feira, dia 08, às 18 horas, o Projeto Cinelex, da Fibra, vai exibir o filme “12 homens e uma sentença”. A exibição será no auditório da instituição e faz parte de um projeto de extensão que busca exibir e debater filmes que têm como temática o Direito, a Justiça e o Estado. A exibição do filme será seguida de uma conversa com a escritora e professora, mestra em Direitos Humanos e Relações Internacionais, Shelley Primo. “12 homens e uma sentença” (“12 Angry Men”) é um filme de 1957 dirigido por Sidney Lumet e estrelado por Henry Fonda. Considerado um clássico do cinema, o filme conta a história de 12 jurados que devem decidir sobre a culpa ou a inocência de um homem acusado de assassinato. O que parecia um caso certo de condenação por todos os jurados transforma-se em um permanente questionamento quando surge a dúvida de um dos membros do júri. A partir desse questionamento, o filme então toma uma trajetória de constantes incertezas sobre todos os aspectos que envolvem o caso e sobre os homens que devem dar o veredito. Segundo o coordenador do projeto, o professor Dr. Relivaldo Pinho, “são muitos os aspectos temáticos e o modo como eles são mostrados que se destacam no filme. Os mais conhecidos são o modo como o debate entre os jurados se reveza, apontando os elementos que levariam à culpa do acusado, e as defesas que questionam esses elementos”. Muita coisa está envolvida nesse tema, e isso vai além do caso em si, mas ele é atravessado pelos preconceitos, padrões de comportamento, interesses privados e os próprios contextos dos jurados. “É claro que o filme não teria o impacto que teve se sua estética não fosse inovadora. E, para os que estão acostumados com os filmes clássicos de tribunal, é melhor irem se preparando: ‘12 homens’ não tem as surpresas e sacadas de última hora, não tem perseguições por ruas e vielas escuras ou esfumaçadas, não tem insights de advogados geniais ou inescrupulosos”, diz Pinho. O filme transmite toda sua carga dramática a partir de uma única sala, a sala onde os jurados devem deliberar sobre o caso. Ao mesmo tempo que esse é um recurso que aposta na força dos diálogos e da interpretação dos atores, ele torna aquele ambiente sufocante para todos. Um ambiente que está permanentemente fechado, por vezes quente demais; por vezes apenas a chuva do lado de fora contrasta com as falas dos personagens enraivecidos. São 12 homens que parecem em fúria, por não confiarem mais totalmente em suas certezas, em suas verdades, nas verdades do Direito, da Justiça, do Estado. Mas um veredito precisa ser dado. A vida de um homem está em jogo. Um jogo decidido em uma sala, por homens, leis, dúvidas, certezas e questionamentos. Um clássico que tem como pano de fundo as regras do Direito, da Justiça e do sistema, que merece sempre ser revisitado à luz das visões diferentes no tempo sobre esses temas.
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